Vieram as cólicas, a menstruação, os machucados, os prazeres, as dores, as marcas, os medos —viver um corpo sempre foi, para mim, uma experiência intensa e estranha.
Decidi que meu corpo iria decidir a minha vida. Não quero mais forçar a produção a ponto de passar dias em ressaca depois. Quando voltei a desenhar, eu queria realizar um sonho. Não queria mais perseguir o realismo